Postos de São Paulo começam receber combustível

 

 

Apesar da boa notícia o abastecimento só deve normalizar em pelo menos 10 dias após a finalização da greve

 

Após nove dias da greve dos caminhoneiros que resultou no desabastecimento das bombas de combustíveis em todo o país, São Paulo começa a receber combustíveis. Cerca 12% dos postos de gasolina foram abastecidos nesta terça-feira (29), na capital paulista, além de ter ocorrido abastecimento em outras cidades da região metropolitana e interior.

De acordo com as distribuidoras apesar da notícia ser animadora, principalmente para quem está com o tanque vazio, a situação deve se normalizar num período entre sete e dez dias, pois ainda existem diversos pontos de bloqueio nas rodovias federais e estaduais, sendo que a maioria deste bloqueios estão concentradas na Régis Bittencourt.

Segundo o Sindicato de Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sincopetro) informou que em função de ainda haver alguns bloqueios e o abastecimento só pode ser realizado sob escolta policial.
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Em depoimento à imprensa o presidente do Sincopetro, José Alberto Gouveia, disse que: “A entrega de combustível é mínima e não há previsão para normalizar a situação na cidade de São Paulo. Aproximadamente 80% das entregas do combustível são feitas pelos caminhões das refinarias e estes só conseguem sair escoltados. As demais entregas são feitas por caminhoneiros que ainda estão no movimento ou que se sentem amedrontados pelos piquetes“.

 

Nos postos de combustíveis

 

A notícia de que a gasolina iria chegar em alguns postos gerou imensas filas nos locais e por isso a polícia teve e deve dar apoio, devido aos muitos relatos de brigas.

As discussões entre a população acontecem porque algumas  pessoas estão furando a fila daqueles que passaram a madrugada inteira aguardando, mas há também os proprietários de postos de gasolina dizem que estão sendo ameaçados, por telefone, quando tentam receber e vender o combustível.

Sobre essa situação nos postos o presidente do Sincopetro, informou que “Nos primeiros três dias ainda se formarão longas filas, mas aos poucos a população vai se tranquilizar e ver que não terá mais a necessidade de correr para abastecer o veículo. Os postos devem levar sete dias para recuperar os estoques”,

 

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