Lula “Livre”, um movimento que decepciona, a liderança sabia que seria impossível!

 

 

O homem conclamado pelos militantes, apoiado por uma grande parcela do povo brasileiro, mas com um destino certo numa prisão Federal.

A menos que seus advogados tirem um coelho da cartola, o ex-presidente só poderá concorrer às próximas eleições em 2038, quando se dá o encerramento do cumprimento da sua pena.

A pena dada pelo Superior tribunal de Justiça é de 12 anos de prisão, mas por força da lei da ficha limpa o condenado só poderá se candidatar novamente, oitos anos após o encerramento da sua condenação.  Doze anos de condenação mais oito são 20 anos para se candidatar novamente. O então condenado já estaria com 93 anos para se candidatar ao cargo no palácio do planalto.

 

O então ex-presidente da república, em 1989, iniciava sua disputa pela liderança do país no palácio do planalto, disputou três eleições diretamente e duas indiretamente por meio da Ex-presidente, Dilma Rousseff.

Parece ironia do destino, com o advento da operação lava-jato, vieram os inquéritos, as denúncias, ações penais e então a condenação.

A decisão do Tribunal Regional Federa da 4° região, o torna ilegível para disputar eleições por força da lei da ficha limpa.

 

 A última cartada em um jogo já sabidamente perdido.[ads2]

Com os desfechos da sessão do tribunal superior eleitoral na madrugada de sexta-feira para sábado, esgota-se a esperança de legitimidade para a candidatura do então ex-presidente do Brasil.

Uma decisão sem margens para possíveis embargos entrepostos por sua defesa com a intensão de reverter a decisão do colegiado.

Tornou-se um momento decisivo para o PT, ou troca o cabeça da chapa ou ficará fora da disputa eleitoral de 2018.

Já era sabido de toda a liderança do partido dos trabalhadores que Lula está longe de ser solto.

O discurso otimista da liderança, nada mais é que uma massagem ao ego dos militantes que acreditam na inocência e soltura do ex-presidente.  A liderança nunca se iludiu com a possibilidade de liberdade do então desejado candidato a presidência da república.

“coincidentemente” a liderança do partido providenciou antecipadamente áudio e vídeos do Luiz Inácio da Silva em apoio a candidato aos governos de estados, recomendações de votos aos candidatos ao congresso nacional. Campanhas em assembleias elogiando aquele que seria apenas o seu “vice” na chapa presidencial, o Fernando Addad.

Se realmente acreditassem na campanha “lulu livre! não deixariam as gravações para quando e ex-presidente foce solto?

O desafio agora é agradar a gregos e troianos, de um lado não pode ser abandonado pela liderança para não desagradar aos militantes, por outro lado deve escolher um novo candidato para disputar a presidência da república ou ficará fora desta eleição.

 

 

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