Justiça concede direito a prisão domiciliar para Adriana Ancelmo

Presa no final do ano passado, Adriana Ancelmo ex primeira-dama do estado do Rio de Janeiro recebeu no ultimo dia de março de março o benefício da prisão domiciliar, sob a justificativa de que seus filho menores (11 e 14 anos) não poderiam ficar sem no pai e mãe.

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Adriana deixou a penitenciária de Bangu na noite da ultima quarta-feira (29), e seguiu em direção ao seu apartamento localizado no bairro no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela foi levada de carro pela Polícia Federal.
A ex primeira-dama chegou em casa por volta das 20h e foi recebida por cerca de 100 manifestantes que lhe dirigiram palavras de ofensas como “Ladra”, além de frases pedindo que ela voltasse para Bangu.
As manifestações contra o benefício concedido a mulher de Sergio Cabral, iniciaram deste que estourou na mídia a notícia de que a ministra Maria Thereza de Assis Moura, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), concedeu a prisão domiciliar para a advogada.
Os manifestantes indignados fizeram vigília todos estes dias na intenção de reivindicar contra a decisão e de pedir direitos iguais, já que existes outras presas na mesma situação e que tiveram seus pedidos de prisão domiciliar negados. A mulher de Sérgio Cabral recebeu o benefício, porém não poderá ter acesso à internet nem ao telefone.

Pedido Negado

Acusada junto com o marido de participar de esquemas de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, Adriana Ancelmo já havia tentado a prisão domiciliar com pedido concedido no dia 17 de março desde ano, mas o desembargador do Ministério Publico Federal revogou o pedido, justamente por entender que havia outras mulheres na mesma situação de Adriana e que estão cumprindo pena em regime fechado.

Adriana e seu marido Sérgio Cabral foram presos na Operação Calicute, no final de 2016, Cabral ainda cumpre prisão em regime fechado na penitenciária de Bangu.

Entenda como funciona a prisão domiciliar

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A prisão domiciliar é um benefícios concedido ao preso que está aguardando julgamento, onde o mesmo fica em sua residência sem poder deixá-la em nenhum momento. Há casos raros em que mesmo depois de julgamento a prisão domiciliar é mantida.
Ficar em prisão domiciliar embora seja melhor que dentro de uma penitenciária há determinadas regras que se forem quebradas ode acarretar em falta grave e perda do benefício.
A prisão domiciliar também pode ser cumprida de forma alternativa, como regime aberto. Neste caso o preso terá direito de sair durante o dia para trabalhar e retornar para um albergue ou na própria residência.

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