CARNE FRACA VERSOS DELAÇÃO E REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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A operação carne fraca culminou justamente no auge das investigações dos ministros do GOVERNO Michel Temer e a quebra de braços para aprovação da tão temida reforma da previdência.

DELAÇÃO PREMIADA

No momento que todos os holofotes, toda a mídia está preocupada com a investigação que apura os fatos da operação carne fraca no Brasil, deixou-se de veicular notícias até então alvo de atenção maior que seria a delação dos ex-executivos da Obebrecht . A delação atingirá o primeiro escalão do Presidente Michel Temer

Na terça-feira, o jornal “Valor Econômico” revelou que entre os nove ministros estaria o titular da Agricultura, Blairo Maggi. Além dele, estão na lista de pedidos de inquérito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), e Marcos Pereira (Desenvolvimento). Outros dois ministros também estão na lista, mas os nomes deles ainda não foram divulgados.

– O governo já se posicionou e reiterou o que já havia dito em coletivas anteriores. – Seus ministros só serão exonerados se se tornarem réus das ações penais.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA                                                [ads1]

A fim de amenizar a situação com os servidores publico, o governo cedeu a pressão e decidiu remover do texto os professores e os e policiais estaduais.

Segundo o Micheu Temer, a reforma da previdência abrangerá apenas os servidores federais. Os estados ficará responsável pela legislação que regerá a previdência dos servidores estaduais e municipais. Uma decisão para facilitar a aprovação da reforma da previdência no congresso.

OPINIÃO E ARGUMENTOS

Segundo noticiado pelo jornal “O globo”, a opinião do especialista em contas públicas, Raul Velloso – o discurso do presidente Michel Temer de que ao deixar de fora da reforma da Previdência os servidores estaduais e municipais, está fortalecendo a autonomia dos entes federativos é “furado”. Segundo ele, essa autonomia não existe. Ao contrário, destacou, há uma interdependência da União, quem dá aval a empréstimos, faz transferências e bloqueia repasses.

— Isso pode ser demonstrado no momento em que a União negocia as dívidas dos estados e exige contrapartidas — disse Velloso, que lamentou a decisão. — Muito estranho o governo fazer isso, principalmente num momento de dificuldades financeiras dos estados.

Ele destacou que a União sai perdendo ao fazer o ajuste sozinha porque depende da ajuda dos estados no resultado primário. Quebrados, eles deixam de pagar as parcelas dos empréstimos.

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