Bolsa Família somente para quem realmente precisa

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Bolsa família é um programa de transferência direta de renda, destinado do às famílias em situação de riscos e consideradas em extrema pobreza

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou na tarde de hoje que o governo deverá “focar melhor” par conceder o benefício do Bolso Família para aqueles que realmente necessitam e isso não envolve a redução dos custos com o programa.

O ministro disse que de início a revisão não ocasionará diminuição das despesas destinadas ao programa social, o intuito é garantir que pessoas que não tenham necessidade recebam o valor.

Na tarde de hoje (31), o ministro palestrou em um evento realizado na Fundação Getúlio Vargas, cidade do Rio de Janeiro e disse que ao contrário do bolsa-família alguma políticas poderão sofrer redução de custos. Entre os exemplos está o auxílio-doença e o seguro-defeso. O custo de redução deve ser de R$ 6 a 7 bilhões e de R$ 1,6 bilhões respectivamente.

Segundo Dyogo no ano passado (2016), a redução foi em torno de 4%, de acordo com informações repassadas pelo comitê de monitoramento de custos.[ads2]

O programa

O Bolsa família é um programa de transferência direta de renda, destinado do às famílias em situação de riscos e consideradas em extrema pobreza. Ele atende todos os estados brasileiros sendo administrados pelas prefeituras.

O intuito é fazer com que estas famílias consigam o mínimo de dignidade para superar a pobreza, garantido o direito à educação, saúde e alimentação. Mais de 13,9 milhões de famílias são atendidas pelo benefício e valor recebido varia de acordo com a composição familiar.

As reformas

Durante seu discurso Oliveira se mostrou a favor da reforma da Previdência. Segundo ele o gasto com a Previdência estão superiores aos investimentos o que prejudica a reconstrução do Brasil. “Estamos gastando demais com Previdência e menos com investimento, e isso não é a composição adequada para reconstruir o país”, explicou ele.

Ele ainda apontou que não é somente a Previdência que precisa de reforma e que também não há um “plano B”. Ainda segundo Oliveira o governo precisará trabalhar um orçamento limitado. “A discussão da composição do gasto público precisa considerar o aumento de uma despesa significa a diminuição de outra”, fala o ministro.[ads2]

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