Aquela batatinha frita pode te deixar menos inteligente!

Determinados alimentos que ingerimos afetam diretamente o funcionamento do nosso cérebro

Batatinha frita pode te deixar menos inteligente!

  Sabemos que a alimentação tem um papel fundamental no desenvolvimento do nosso corpo. Mas você sabia que a ingestão de fast food e de gordura está relaciona a perda de inteligência? Pesquisas recentes mostram que essa relação é verdadeira. A boa notícia é que enquanto alguns alimentos danificam as nossas funções cerebrais, outros podem nos deixar mais inteligentes.

Quais alimentos podem fazer com que sejamos ao mesmo tempo saudáveis e inteligentes? A resposta não está especificamente no alimento, mas sim na substância. O ômega-3 está ligado ao bom funcionamento da memória e ajuda nos processos de aprendizagem. Um estudo feito com crianças comprovou a relação entre melhor rendimento escolar e ingestão de ômega-3. Do mesmo modo, os indivíduos com deficiência de ômega-3 no organismo têm maior probabilidade de desenvolverem problemas de concentração, bipolaridade, dificuldade para ler e compreender palavras (dislexia), depressão e esquizofrenia.

Outra informação interessante é que o estado de saúde e o estado mental podem ser passados de gerações em gerações, ou seja, se você segue um estilo de vida saudável, maiores são as chances que de seus filhos e os seus netos também sejam saudáveis. Portanto se você quer um futuro melhor para os seus descendentes, que tal começar agora mesmo!

Parte dos nossos neurônios são compostos por ômega-3, porém o corpo humano não é capaz de produzir essa substância, sendo assim  precisamos ingerí-lo por meio de alimentos. Também existem formas de ingerir o ômega-3 por meio de cápsulas, contudo as pesquisas identificaram que os benefícios são maiores se ingerimos por meio dos alimentos.

Os melhores alimentos para se obter o ômega-3 são:

Peixe Manjuba (manjubinha) – este peixe possui grandes concentrações de ômega-3 em sua composição. No Brasil ele é pescado na região de Cananéia, na região abrange o rio São Francisco, em Juazeiro, no litoral de Vitória, na Bahia, em Pernambuco e no Rio Grande do Sul.

Peixe Cavala – é possível encontrar este peixe por todo o litoral do Brasil e o mesmo possui diferentes nomes como: Cavalinha, Cavala-de-reino, Cavala-sardinheira, Muzundu, Muzundum, Periquito e Serra-de-escama.

Peixe Arenque – ele possui considerável quantidade de ômega-3 em sua constituição porque se alimenta de muitas plantas marinhas, especialmente algas.

Sardinha – possui ampla comercialização e pode ser encontrada em praticamente todos os lugares do Brasil. O seu óleo também é comercializado devido às concentrações de ômega-3. Assim como o Cavala, a Sardinha é conhecida por vários nomes: Biribiri, Boca-torta, Charuto, Escamuda, Maromba, Sardinha-azul, Sardinha-de-galha, Sardinha-do-reino, Sardinha-legítima e Sardinha-verdadeira.

Salmão – este peixe além de auxiliar no desenvolvimento do cérebro, reduz os riscos de doenças cardiovasculares e previne o câncer de mama. O salmão é super fácil de ser preparado. Ele pode ser acompanhado de uma salada, de vegetais cozidos e fica bom até com purê que pode ser de cenoura, de mandioquinha ou o tradicional feito com batata.

Atum – é intensivamente comercializado. O Japão é mundialmente o maior consumidor e importador de atum. Este peixe possui menor concentrações de ômega 3 se comparado aos anteriores, porém ainda sim pode ser considerado como uma importante fonte de ômega-3.

Vegetais verde-escuros – para complementar a ingestão de ômega-3 é importante consumir vegetais como o agrião, a couve, o espinafre e o brócolis.

Muito cuidado com a forma de preparação destes alimentos! Procure não fritar os peixes, pois isso irá destruir todo o ômega-3 e você não irá se beneficiar disso. A melhor forma de prepará-los é levemente grelhado ou também levamente cozido, assim como os vegetais no qual a melhor forma é cozinhá-los no vapor. Quanto mais você assar ou cozinhar um alimento, mais ele irá perder as suas propriedades, seja vitaminas ou importantes substâncias como o ômega-3.

Alie a alimentação saudável com a prática de exercícios físicos regulares e boas noites de sono, que você estará no caminho certo para manter o seu cérebro em perfeitas condições.

Autora: Marcela Francisco

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